quarta-feira, 19 de setembro de 2007

O novo

Do silêncio
fez-se seu pulsar
um ruído
acelarado
indefinido
você...

Paralisou-me
Iluminou os olhos
Que há muito
Não conheciam emoção

Sua presença
Imperceptível
Uma esperança

Mesmo sem te ver
Meus braços
Colo
Meu pensar
Seus

Provocou em mim
O que nem tão perto
Pensei ser
Serei para você
Por você

Sua
De mais ninguém
Pelo menos
Até o próximo

Nos conhecemos
Ninguém avisou
Mas sabemos
Te encontro
No final do verão
Pode ser?

Mas te espero desde já
Te vivo desde sempre...

3 comentários:

Unknown disse...

Juro que tem um 'quê' de Poética II.
Meus Deus, nossa nutricionista virou poetisa.
Amiga, olha só, experiência própria: palavra também não dá dinheiro não, hein!?

Unknown disse...

Só para contribuir, amiga:

"Vazio agudo
ando meio
Cheio de tudo"

Unknown disse...

Ando pouco poeta
Talvez seja o vazio

Tão pouco poeta
Que nem mais consigo entender
algumas palavras...

(amiga, ainda bem que tenho você agora! Rs... pra não deixar a poesia ir embora)