O amor é o acaso do descaso da sábia razão
É aquele momento de descuido, quase invisível
Que a coragem se antecede ao medo
E a vontade se reflete em ação
O descaso com o acaso é a solidão, burrice da razão
Que vê todos os detalhes
A vontade se resume a fuga, inquietude do medo
E o sonho existe somente em olhos fechados
O amor é o acaso do meu descaso
É a inquietude do meu medo
Minha falta de coragem de acordar
Deixe meus olhos abertos a sonhar...
domingo, 28 de setembro de 2008
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