Aindo fico impressionado como é inviável fugir, mesmo quando seus dias estão cheios e a vida repleta de novidades. Parece que o acaso cumpre seu papel com mais dignidade e coloca tudo chamando a sua atenção, só para não haver o esforço para lembrar.
Após o entendimento da importância do bom chopp para encerrar a semana, o barulhinho relaxante do mar só auxilia a conexão dos fatos. E é nesse contexto que percebo como tudo acontece tão rápido, quanta coisa acontece ao mesmo tempo e como o tempo muitas vezes pára em função de uma única situação.
Já passou tanto tempo desde do último real momento. Depois deles tantas novidades, aventuras, aflições, romances...vidas que seguiram e continuarão a seguir. E hoje de frente para o mar, você ainda está aqui. Com o mesmo olhar de sempre, do primeiro ao último encontro. Impressionante, inexplicável!
Dizem que o esforço para lembrar é a vontade de esquecer e que não dizer o que pensa já é pensar em dizer. Hoje faço juz ao aceitar, com plena tranquilidade, que não tenho a mínima vontade de esquecer. E que não mais somente pensarei em dizer. Enquanto houver frio na barriga e olhores desconcertantes nos encontros casuais, não farei a menor questão. Mesmo que a vida siga, que muitas outras emoções continuem a surgir. Enquanto os novos romances forem somente romances, ainda haverá o acaso. Que não se responsbiliza somente pelos encontros casuais, mas que me faz esbarrar com dez pessoas (sem exageros, nem ironias) com o nome igual ao seu. E acaba por provovar uma saudade que conforta pemsamentos.
domingo, 10 de agosto de 2008
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